Dia Nacional de Lutas: SINDPOL/MG tem participação destacada em dia Nacional de manifestações.

Dia Nacional de Lutas: SINDPOL/MG tem participação destacada em dia Nacional de manifestações.

As manifestações agendadas para esse, 11 de julho trouxeram novamente as ruas as vozes das reivindicações da classe trabalhadora, porém, dessa vez sob convocação das Centrais Sindicais, várias lideranças reforçaram as temáticas esquecidas pelos Governos, Federal, Municipal e Estadual. Dentre as reivindicações subscritas pelo movimento para aprovação da nova lei orgânica da PCMG e reestruturação da política de segurança pública em MG e no Brasil ganhou contornos de destaque e prioridade na voz de todas as lideranças. Ainda na parte da manhã o Presidente do SINDPOL/MG Denílson Martins compôs a mesa das autoridades e Dirigentes Sindicais, protocolizando pauta de reivindicações com o Presidente da ALMG Deputado Diniz Pinheiro. Mais tarde, por volta das 09h30min participaram da concentração na praça sete onde inclusive, já há mais de um mês está funcionando uma tenda do SINDPOL/MG como estratégia da greve e da campanha de valorização 2013. Os manifestantes também rumaram em caminhada para a Prefeitura Municipal de BH com a intenção de protocolizar com o Prefeito Márcio Lacerda a pauta municipal de reivindicações, o que não ocorreu, pois o mandatário cuidou de evadir do local sem dar nenhuma satisfação às lideranças e sindicalistas.

 

Governador mais uma vez fura

Frustrando as expectativas de Dirigentes Sindicais e militantes ali presentes o Governador Antônio Anastásia que havia agendado para atender as lideranças no palácio da liberdade, comunicou na última hora o adiamento deste compromisso não dando para tanto qualquer justificativa plausível nem tampouco informou uma outra data alternativa, demonstrando total desrespeito a classe trabalhadora bem como os dirigentes sindicais ali presentes. Ações como essas demonstradas pelo Governador e pelo Prefeito só prejudicam e degradam a possibilidade de diálogo e convivência harmônica e republicana entre Governo e entidades Sindicais não restando aos mesmos outro caminho se não a  greve como instrumento de conscientização e busca de valorização da classe trabalhadora.

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