Entidades de classe se reúnem e adotam medidas mais enérgicas contra o descaso de Zema

26 de novembro de 2021

As entidades de classe que representam a Segurança Pública, se reuniram na tarde desta sexta-feira (26), no Sindpol/MG, para deliberarem sobre as próximas ações de pressão ao Governo de Minas pelo pagamento da recomposição salarial e reprovação do projeto do Regime de Recuperação Fiscal, esse último nefasto aos servidores públicos, pois congelará os seus direitos por nove anos, sendo suas perdas muito superiores até mesmo à recomposição inflacionária, pelas quais estamos lutando.

Cada categoria representativa da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar e Socioeducativo, através de seus representantes, falaram sobre as ações necessárias para a recomposição das perdas inflacionárias e derrubada do projeto que trata do Regime de Recuperação Fiscal. Eles foram unânimes em dizer sobre a insatisfação dos servidores da Segurança Pública com o Governador Romeu Zema.

Estiveram presentes na reunião o Deputado Estadual Sargento Rodrigues, o Deputado Federal Subtenente Gonzaga, os assessores dos Deputados Heli Grilo, Coronel Sandro e Delegada Sheila.

Durante a reunião, definiram as estratégias que serão adotadas, dentre elas, ações junto aos Deputados Estaduais e paralisação geral das atividades.

A categoria não aguenta mais o descaso do Governador Romeu Zema com a Segurança Pública. Precisamos de medidas mais enérgicas contra o Governo do Estado, que além de não cumprir com o acordo feito com a Segurança Pública ainda está tentando retirar todos os direitos conquistados ao longo dos anos pela categoria. Por isso, pedimos aos Policiais Civis que mantenham-se mobilizados e atentos, pois divulgaremos na próxima semana as ações e data da paralisação.

“A participação de todos é de suma importância para que o movimento dê certo e PARA mostrarmos ao governador a força dos policiais mineiros”, afirmou José Maria de Paula “Cachimbinho”, Presidente do Sindpol/MG.

Juntos somos mais fortes!

 

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Se você ainda não é filiado, FILIE-SE!

O Sindpol/MG repudia veementemente a atitude do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do partido Novo, que está perseguindo sindicalistas contrários ao Regime de Recuperação Fiscal e que desmentem as diversas mentiras contadas pelo Chefe do Executivo mineiro.

Com uma atitude completamente antidemocrática, ditatorial e de censura, Romeu Zema, mandou cassar a licença de 21 sindicalistas, em retaliação por serem oposição a ele.

Romeu Zema não gosta de ouvir verdades, como o sucateamento da Polícia Civil, falta de efetivo, delegacias caindo aos pedaços, policiais fazendo vaquinha para terem o mínimo em atender à sociedade. Zema quer esconder essas verdades do povo, usando um artifício antigo, antidemocrático de censurar e perseguir aqueles que mostram a verdade de um governo mentiroso.

Saiba que você não irá calar a voz dos sindicatos, Romeu Zema, as medidas cabíveis serão tomadas. Quando mexe com um de nós, saiba que está mexendo com todos. Os sindicatos de Minas estão unidos contra a sua perseguição e vamos continuar mostrando quem você é, vamos continuar retirando as suas diversas ‘máscaras’ e vamos continuar mostrando a sociedade que você é um personagem construído em cima de engano. Saiba que a verdade sempre prevalece, Romeu Zema, do partido Novo, mas que faz a velha política.

Nos governos anteriores tivemos as nossas lutas sindicais, porém todos eles, com os defeitos que tivessem, respeitaram a DEMOCRACIA. Fizemos greves, paralisações, ‘brigamos’ em audiências públicas, mas a DEMOCRACIA foi respeitada. Com essa atitude, Romeu Zema, governador em exercício, não respeita o bem mais precioso de uma sociedade, a DEMOCRACIA.

A postura de Zema em cassar a licença desses 21 sindicalistas é completamente antidemocrática e ditatorial.

Belo Horizonte, 25 de novembro de 2021

José Maria de Paula “Cachimbinho”

Presidente do Sindpol/MG

O Sindpol/MG participa do XX Congresso Nacional da Cobrapol, que está sendo realizado no Mato Grosso do Sul. O assessor Wemerson Oliveira compareceu representando o presidente, José Maria de Paula “Cachimbinho”.

Durante o Congresso, várias pautas estão sendo discutidas como a PEC 32, a PEC dos Precatórios, a lei orgânica nacional, o empoderamento político da base das polícias civis no país, votaram a reforma estatutária e comemorou-se o aniversário de 30 anos da criação da Cobrapol.

“Esse Congresso é de suma importância para discutirmos ações conjuntas para o fortalecimento das polícias civis no país. Discutimos assuntos importantes, dentre eles a nefasta PEC 32, que tenta destruir o funcionalismo público. É necessário que estejamos alinhados em ações conjuntas por todo o país. Parabenizamos também, a Cobrapol, por seus 30 anos de criação e de luta”, afirmou Wemerson Oliveira.

 

Vá trabalhar, Bilynskyj!

O Sindpol/MG apoia a fala do presidente da Cobrapol, André Gutierrez, em sua nota de repúdio a fala do delegado da Polícia Civil de São Paulo, Paulo Bilynskyj, durante uma entrevista, na qual ele disse que agente (investigador) de polícia não serve para nada.

Veja a nota da Cobrapol:

O delegado Paulo Bilynskyj, da Polícia Civil de São Paulo, sim aquele do caso da morte da modelo Priscila de Bairros, ocorrido em São Bernardo do Campo, em entrevista no programa Café com a Polícia, afirmou com todas as letras que os “agentes (de Polícia) não servem para nada” e são “dispensáveis”.
Na mesma entrevista, o delegado exaltou o papel dos escrivães e questionou quanto aos agentes: “eles vão fazer o quê?”, como se os milhares de agentes policiais não tenham o que fazer no âmbito das investigações criminais.
O elogio aos escrivães, no entanto, não passa de uma grande hipocrisia, para dizer o mínimo, por parte do delegado. Invariavelmente, são eles, como também os agentes, que executam as tarefas que deveriam ser executadas por muitos delegados, tipo Bilynskyj, pelo país afora.
Bilynskyj, certamente, quer ficar nessa zona de conforto: receber do erário público e não trabalhar.
Além disso, sua opinião sobre a Polícia Civil representa a negação do movimento que a COBRAPOL, junto com a representação nacional dos próprios delegados, faz no sentido de aperfeiçoar a instituição, através de uma Lei Orgânica Nacional capaz de definir com precisão os papeis dos seus profissionais frente aos novos desafios da segurança pública nacional, que exige cada vez mais especializações – ao contrário do que afirmou o delegado paulista.
Afirmar que os agentes são “dispensáveis” e que” não servem para nada”, além de um afrontoso desrespeito a esses profissionais, revela uma clara intenção de desqualificar quem hoje desempenha um papel fundamental no processo investigativo, inclusive o que busca esclarecer as circunstancias da morte da modelo Priscila de Bairros, que está sob a responsabilidade da Polícia Civil.
O ataque gratuito só poderia partir de um delegado que, certamente, já renunciou às suas prerrogativas e que pretende continuar empurrando as suas responsabilidades sobre os ombros dos demais integrantes da instituição.
Esperamos que a Delegacia Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo adote uma postura disciplinar rigorosa perante a conduta desairosa do referido delegado de Polícia, cujo comportamento reiterado em redes sociais desabona toda a instituição e os preceitos éticos estatutários.
Portanto, só pode merecer nosso mais veemente repúdio e desprezo: vá trabalhar, Bilynskyj, ao invés de ficar dando palpites sobre assuntos que, por má fé ou ignorância, você não domina!

Brasília (DF), 9 de novembro de 2021
André Luiz Gutierrez
Presidente

Fonte: Cobrapol

O Sindpol/MG recebeu um convite da Chefia de Polícia, para participar, na manhã desta sexta-feira (12), de uma reunião com todas as entidades de classe, na Cidade Administrativa, para a apresentação e informações acerca de captações de recursos, projetos de normas relacionados à PCMG e Regime de Recuperação Fiscal (RRF), além de discutir sobre a recomposição das perdas inflacionárias.

O Chefe de Polícia, Dr. Joaquim Francisco Neto, realizou diversas apresentações, dentre elas, sobre o Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O Chefe da PCMG disse que se reuniu com o secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, e o secretário de governo, Mateus Simões, para discutir sobre esse tema e que os mesmos disseram que o RRF não seria prejudicial aos servidores públicos.

Outro ponto destacado na reunião, pelo Chefe da PCMG, é que ele se reuniu com o secretário de Justiça, Rogério Greco, e com os comandantes da PMMG e CBMMG, e alegou que a Polícia Civil realmente tem um salário inferior em relação a PMMG.

O Dr. Joaquim explicou que após a Reforma da Previdência, com o aumento da alíquota previdenciária e os descontos com o Ipsemg, o policial civil da base passou a ganhar menos que o soldado da PMMG.

Recursos para a PCMG

O Dr. Joaquim Francisco Neto enfatizou que a Polícia Civil nunca recebeu tantos recursos como agora, entre emendas parlamentares (federal e estadual). Durante a reunião, ele explicou as destinações desses recursos, como o acordo da Vale – Comitê Brumadinho.

Pelas emendas parlamentares ele citou o anúncio de R$ 20 milhões, para a PCMG, feito pelo senador Rodrigo Pacheco, através do diretor jurídico da presidência do Senado, Alexandre Silveira. Ele citou também o acordo da Vale – Comitê Brumadinho – os R$ 145 milhões – sendo que, R$ 49 milhões serão destinados à construção do Núcleo Integrado de Perícias, cerca de 94 milhões serão destinados ao Sistema Automatizado de Identificação Biométrica e Modernização da Identificação Civil e Criminal e R$ 1,5 milhão na Estruturação Operacional da PCMG.

Desses recursos, também serão compradas novas viaturas, uma vez que mais de 70% da frota já passam dos 5 anos de uso, sendo esses veículos no mínimo SUV’s para a área operacional (caracterizados). No entanto, os veículos de outros modelos já adquiridos anteriormente, serão distribuídos para as unidades policiais.

Recomposição das perdas inflacionárias

O Chefe de Polícia disse que sabe do descontentamento da base sobre a recomposição das perdas inflacionárias e, que, inclusive, alertou o governador Romeu Zema, que essa insatisfação pode ocasionar em atos mais radicais. Mas, segundo o Dr. Joaquim Francisco, o governador alegou que o Estado não tem dinheiro em caixa para realizar essa recomposição e, afirmou, que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) precisa aprovar o RRF. Mas, que entre o fim de novembro e início de dezembro o governador se reunirá com os chefes das pastas para discutirem novamente sobre o assunto.

 O presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”, foi enfático, bem como as demais entidades de classe da PCMG, no que diz respeito a recomposição das perdas inflacionárias. “Deixamos claro que a categoria está descontente e inflamada, está como um barril de pólvora, prestes a explodir. Tentamos o diálogo com o governador, que nunca recebeu as entidades de classe. Eu deixo o alerta, a Segurança Pública de Minas vai explodir, tentamos negociar, mas não fomos ouvidos. Dinheiro em caixa tem, como o Sinfazfisco já explicou diversas vezes. E não vamos aceitar a revisão geral anual, como sugeriu o secretário Mateus Simões, pois as nossas perdas já passam de 40%. Se o governador não pagar a recomposição das perdas inflacionárias, ele terá uma surpresa com a Segurança Pública, que cansou do descaso deste governo. Não está tudo calmo, pode haver uma revolta geral, como ocorreu em 1997”, afirmou José Maria.

 Segundo o assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, a falta de respeito do governador com a segurança pública está gerando uma revolta na categoria, principalmente a base que tem os piores salários, e que estão muito insatisfeitos. “Trabalhamos muito e temos péssimas condições de trabalho além do péssimo salário. Temos o 24º salário, o 4º pior do país. Isso precisa ser corrigido. Sem contar que estamos trabalhando com a metade dos policiais que deveriam ter, ou seja, estamos trabalhando o dobro. Aliado a tudo isso o governador, fez um acordo com a segurança pública e voltou atrás, ele não tem palavra”, pontuou Oliveira.

Progressões

 O Sindpol/MG levou ao conhecimento do Chefe de Polícia, Dr. Joaquim Francisco Neto, e entregou um ofício, sobre o atraso da publicação das progressões dos policiais civis para o Grau “E” da carreira, nos termos do artigo 93 da Lei Complementar 129/2013 e regularização do pagamento dos valores retroativos.

A diretoria do sindicato requereu ao Chefe de Polícia a regularização das progressões horizontais atrasadas dos policiais civis que terminaram o estágio probatório em outubro de 2020 para o Grau “E”, já que os mesmos foram progredidos para o Grau “D” do nível do cargo de Investigador de Polícia Civil, em fevereiro de 2021, com efeito retroativo a outubro de 2020.

De acordo com as disposições legais contidas na Lei Orgânica da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais – PCMG, Lei Complementar 129 do ano de 2013, mais precisamente em seu Art. 93, define-se a Progressão pela “passagem do policial civil do grau em que se encontra para o grau subsequente, no mesmo nível da carreira a que pertence.

Dr. Joaquim disse que não tinha conhecimento dessa situação, e que ele olharia isso para resolver o mais rápido possível.

Veja o ofício.

Liberação foi anunciada pelo diretor do Senado, Alexandre Silveira; valor será usado na compra de viaturas e equipamentos.

O Sindpol/MG recebeu o convite do diretor jurídico da presidência do Senado, Alexandre Silveira – representando o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco – para estar em Brasília, na manhã desta quinta-feira (4), para participar do anúncio da verba suplementar de R$ 50 milhões, para as forças de Segurança Pública de Minas (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros). Representando o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”, participaram da reunião o diretor administrativo, Antônio Marcos Pereira (Toninho Pipoco) e o assessor, Wemerson Oliveira.

Do montante, como explicou Alexandre Silveira, R$ 20 milhões serão destinados para a Polícia Militar, outros R$ 20 milhões para a Polícia Civil e R$ 10 milhões para o Corpo de Bombeiros. Os recursos já estão liberados pelo governo federal. Embora o sistema prisional não tenha sido contemplado com novos recursos, Silveira assumiu o compromisso de trabalhar para reforçar o orçamento da polícia penal do Estado.

“Estamos anunciando esse recurso de R$ 50 milhões de reforço para a estruturação da segurança pública de Minas Gerais, articulados pela bancada mineira na Câmara, em sintonia com os senadores da República, liderados pelo senador Rodrigo Pacheco”, afirmou Alexandre Silveira, que destacou o trabalho que as polícias do Estado realizam em defesa dos mineiros.

De acordo com Alexandre Silveira, que é delegado de polícia de carreira, Minas Gerais tem as melhores forças de segurança do país, mas elas precisam, na sua opinião, de mais recursos para investir em material humano, melhores condições de trabalho e na qualificação dos seus policiais.

“Cada reforço que é levado do ponto de vista orçamentário permite ao governo do Estado fortalecer as ações fins, por meio da compra de equipamentos, viaturas, mas também investir no material humano, o que permite a melhoria da qualidade dos serviços, que vão beneficiar diretamente a população de Minas Gerais”, acrescentou.

Ao comentar a recente operação policial em Varginha, Alexandre Silveira elogiou a atuação das polícias. “Ninguém comemora 26 mortes que resultaram dessa ação, mas é preciso parabenizar as polícias, pois creio que evitaram um mal maior”, destacou Alexandre Silveira. “Ninguém, em sã consciência, pode achar que uma quadrilha altamente especializada, com aquele nível de armamento, estava querendo brincar. Se a polícia não tivesse sido muito eficiente na defesa do cidadão de bem, poderíamos ter dezenas de vítimas”, avaliou Silveira.

De acordo com o assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, esse convite é devido aos esforços envidados pela atual gestão do Sindpol/MG, na cobrança de melhorias necessárias e recursos para a instituição, que está sucateada há anos. Mas, é preciso salário digno para os policiais civis de Minas Gerais, que é o 24° salário no país. “Estamos com o salário defasado. Precisamos sim de investimentos, mas é necessária a valorização humana, com salário digno”, pontuou Oliveira.

 

A direção do Sindpol/MG realizou, na manhã desta quinta-feira (4), no Galpão em frente ao Sindpol/MG, a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para discutir e deliberar com a categoria, acerca do projeto de modernização da PCMG (PLC 65/2021).

Essa AGE deu continuidade à última – que foi suspensa por votação pelos presentes – realizada no dia 22 de setembro deste ano.

A AGE foi presidida pelo presidente do Sindpol/MG, Sr. José Maria de Paula “Cachimbinho” e compuseram a mesa o vice-presidente, Marcelo Armstrong; o diretor executivo e secretário-geral, Cláudio de Souza, e a gerente do jurídico, Dra. Tainah Lessa. Secretariou os trabalhos, a assessora sindical Dra. Carla Caricatti.

O presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho” fez a abertura dos trabalhos, realizando as duas chamadas e iniciou o debate falando da importância de se discutir sobre esse projeto de modernização da PCMG. Em seguida, passou a palavra para o diretor executivo e secretário-geral, Cláudio de Souza, que fez a leitura do edital de convocação.

Conforme esclarecido pelo diretor executivo e secretário-geral, Cláudio de Souza, no dia 28 de agosto de 2015, foi realizada uma AGE, na ALMG, que contou com aproximadamente 5 mil pessoas, para discutir sobre a unificação dos cargos da base, investigador de polícia e escrivão de polícia. Na ocasião, os policiais civis votaram contrários à fusão de cargos. “O assunto voltou à tona após o governador enviar os projetos de modernização da PCMG à ALMG. O PLC 65/2021, que trata sobre a unificação dos cargos da base da PCMG, transformando investigador de polícia I e escrivão de polícia I, em inspetores de polícia. Por isso, a necessidade de uma nova AGE para discutirmos e deliberarmos em cima dessa propositura”, afirmou Cláudio.

O vice-presidente do Sindpol/MG, Marcelo Armstrong, disse que esse debate é importante, mas há a necessidade de adequação salarial antes de discutir fusão de cargos. “Mudaram os cargos da base para nível superior, porém os mesmos não ganham equivalente a quem tem cargo de 3º grau na PCMG, como perito criminal e médico legista, sendo que todos os cargos são técnico-científicos. Então, antes de qualquer alteração em cargos, é necessário corrigir isso e adequar os salários dos investigadores e escrivães para nível superior”, pontuou.

Durante a AGE, foi aberta a palavra para os policiais civis fazerem as suas considerações e justificativas de seus posicionamentos, antes da votação. Houve ampla concordância em manter o que ficou decidido na AGE do dia 28 de agosto de 2015, uma vez que o Executivo Estadual e a Chefia de Polícia não discutiram com a base os projetos de modernização da PCMG e, os mesmos, atendem somente à gestão, não os trabalhadores (policiais e administrativos) e a sociedade.

O diretor executivo e secretário-geral, Cláudio de Souza, abriu a votação para a manutenção da decisão da AGE do dia 28/08/2015, que foi contrária à unificação dos referidos cargos. A maioria dos presentes votou favorável a manter decisão da AGE em questão, sendo contrários à unificação de cargos, e 3 votaram favoráveis à unificação de cargos.

Ao final, foi colocado em deliberação e votação, rechaçar totalmente o PLC 65/2021, quando ampla maioria votou favoráveis. Ninguém votou contra e nem abstiveram seu voto.

Após essa votação a AGE foi encerrada.

O presidente do Sindpol/MG comunicou a todos que a decisão da AGE será documentada e enviada à Chefia da Polícia Civil de Minas Gerais e à ALMG.

Novamente, o Sindpol/MG, através do seu departamento jurídico, vence importante ação para filiado.

O jurídico do Sindpol/MG, regional Vale do Aço, representado pela advogada Elaine Prates, obteve uma importante vitória em face do Estado de Minas Gerais, que, após determinar a remoção do servidor (filiado), com fundamento no art. 52, IV, da Lei Complementar 129/2013 (Remoção ex offício), negou-lhe o pagamento de ajuda de custo, sob alegação de que a verba indenizatória só seria cabível, se comprovada perda efetiva sofrida pelo interessado e/ou dano que justifique tal reparação, sob pena de ensejar enriquecimento ilícito.

Em consequência, fora proposta Ação Judicial junto ao Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Governador Valadares e, assim, o pedido formulado foi julgado procedente, condenando, o Estado de Minas Gerais a pagar ao Autor a quantia equivalente a um vencimento mensal, a título de ajuda de custo.

Os valores deverão ser corrigidos monetariamente pelo IPCA-E desde a data em que o pagamento deveria ter sido feito e acrescidos de juros de mora conforme os índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança (artigo 1º-F da Lei nº 9.494, de 1997 c/c ADIs nº 4425/DF e 4357/DF) desde a citação.

O Sindpol/MG sempre na luta pelos policiais civis. Se você ainda não é filiado, FILIE-SE!

Momento de descontração, alegria e de rever amigos, assim foi o ‘Café da Manhã dos Aposentados’, promovido pelo Sindpol/MG, na manhã desta quinta-feira (28).

Vários policiais civis participaram, reencontraram amigos, colocaram o papo em dia. A direção do Sindpol/MG conversou com os filiados sobre diversos assuntos, dentre eles a respeito da luta sindical e a importância da participação de todos na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), no dia 4/11, às 9h.

“Que bom que foi possível retornarmos com o Café da Manhã dos Aposentados, após uma fase difícil que o país e o mundo tem enfrentado com a pandemia da Covid-19. Eventos como este são importantes para aproximarmos mais dos filiados, principalmente do policial civil aposentado”, afirmou o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”.

O assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, reforçou a importância da participação de todos na AGE. “É importante que todos participem, pois, vamos discutir os projetos de alteração da Lei Orgânica da PCMG (os PLC’s 64 e 65), que estão tramitando na ALMG”, pontuou.

O Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais – SINDPOL/MG, ilustríssimo Sr. José Maria de Paula, em pleno uso de suas atribuições estatutárias conforme preceitua o Art. 17, § 1º, Inciso I e II, § 3º do Estatuto vigente, convoca os Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais a comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária que acontecerá no Galpão em frente à sede do SINDICATO DOS SERVIDORES DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE MINAS GERAIS – SINDPOL/MG, situado na Rua Diamantina nº209, Lagoinha – Belo Horizonte – MG, no dia 04 de novembro de 2021, às 9h, em primeira convocação, ou às 9h30 em segunda convocação que terá a seguinte pauta:

  • Retomada da AGE, cuja realização teve início no dia 22 de setembro de 2021, tendo como pauta a discussão e deliberação sobre o conteúdo do projeto de modernização da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, PLC 65/2021.

De acordo com o assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, a participação dos policiais civis, na AGE, é de suma importância, principalmente os da base, pois os PLC’s 64 e 65 mudam estruturalmente as carreiras e os cargos da base serão os mais impactados.

A convocação para a AGE foi publicada no jornal O Tempo, página 12, no dia 20 de outubro de 2021. Confira a errata publicada no jornal O Tempo: ERRATA

Primeira Publicação, no jornal O Tempo, no dia 19 de outubro de 2021, na página 18.

Munidos com faixas, cartazes e carro de som, as entidades de classe e parlamentares da Segurança Pública bloquearam a entrada do túnel que dá acesso à Cidade Administrativa, na manhã desta segunda-feira (25), em protesto pelo pagamento da recomposição das perdas inflacionárias.

Essa foi mais uma ação, de muitas que ainda virão, para pressionar o Governo de Minas a cumprir com o prometido, o pagamento da recomposição das perdas inflacionárias. “Zema não tem palavra, prometeu o pagamento das perdas inflacionárias, de forma escalonada, enviou o projeto à ALMG, o mesmo foi aprovado e ele vetou, pagando apenas os 13% em julho de 2020 e, não cumprindo, com as outras duas parcelas, 12% em setembro de 2021 e 12% em setembro de 2022. Vamos continuar pressionando o governador”, afirmou o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”.

Participaram da manifestação, sindicatos e associações, da Segurança Pública (policiais civis, militares, bombeiros militares, policiais penais e agentes socioeducativos). Além disso, também estiveram presentes os deputados estaduais, sargento Rodrigues – presidente da Comissão de Segurança Pública da ALMG – coronel Sandro, delegada Sheila e delegado Heli Grilo.

O Sindpol/MG pede que a categoria mantenha-se mobilizada, outras ações serão realizadas em breve.

O Sindpol/MG tem parceria com a Implantar Odontológica (Centro de Implantodontia e Cirurgia Maxilofacial), filiados e seus dependentes tem condições especiais. Confira!

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Se você ainda não é filiado, FILIE-SE!

A Diretoria do SINDPOL/MG reuniu-se, nesta quinta-feira (21), para tratar de assuntos relacionados aos projetos que estão tramitando na ALMG e sobre a AGE do dia 04/11, onde destacaram a importância da participação de toda a categoria, para discutir e deliberar sobre tais projetos, principalmente seus filiados, os quais serão diretamente impactados com essas reformas.
A Diretoria destacou as lutas que vem travando com o Governador do Estado, Romeu Zema, que segue o mesmo projeto do Governo Federal, e vem retirando direitos dos policiais civis, conquistados a duras penas ao longo dos anos, trazendo desmotivação e levando ao excesso de trabalho, seja pelo déficit de policiais, seja pela fusão de cargos, sem a devida compensação remuneratória pelo acúmulo das funções.
A Diretoria afirma o compromisso de sempre com a categoria, e segue defendendo firmemente o posicionamento contrário a unificação dos cargos de Investigador de Polícia e Escrivão de Polícia, o que ficou decidido pela categoria em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 28 agosto de 2015, bem como defende a manutenção do nome do cargo de Investigador de Polícia.
Participaram da reunião o Presidente José Maria “Cachimbinho”, o Vice-presidente Marcelo Armistrong, os diretores Antônio Marcos Pereira “Toninho pipoco”, Cláudio Pereira, Mário Antônio e Geraldo Chaves e os assessores Wemerson Oliveira e Marcelo Bambirra.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, anunciou hoje (21), pelas redes sociais, que o pagamento do 13º salário dos servidores públicos será pago, integralmente, no dia 15/12, em parcela única.

“Sobre o pagamento do 13º salário o governador não está realizando mais do que a obrigação dele, como Chefe do Executivo, de pagar o que é de direito nosso e em dia”, afirmou o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”.

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