Operação Backstage: PCMG mira esquema de adulteração de veículos

25 de novembro de 2021

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, nessa quarta-feira (24/11), a operação Backstage, com o objetivo de desarticular um esquema de adulteração de veículos no Triângulo Mineiro. Foram cumpridos, em Uberlândia, três mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão temporária, uma ordem judicial restritiva de direitos, além da fiscalização em quatro empresas que teriam atuado na adulteração.

As investigações tiveram início em junho deste ano, na cidade de Perdizes, região do Alto Paranaíba, onde dois indivíduos tentaram realizar o emplacamento de uma caminhonete adulterada. A PCMG descobriu que um fazendeiro, de 31 anos, teria comprado o veículo em dezembro de 2020, pagando cerca de R$ 240 mil.

Reforma
De acordo com o apurado, o empresário que adquiriu a caminhonete, de 38 anos, atuante no comércio de peças, providenciou a substituição criminosa de toda a estrutura, adulterando sua originalidade, em um processo ilícito conhecido como troca de roupa.

Depois, o empresário tentou fazer o emplacamento na cidade de Perdizes, quando foram iniciadas as investigações. Durante as apurações, o empresário apresentou nota fiscal da estrutura de uma caminhonete cinza, que supostamente teria sido usada na “reforma”.

Os investigadores de polícia descobriram que o veículo indicado na nota também teria se envolvido em acidente que resultou em danos na estrutura, ou seja, não teria como ser usada na reforma. A perícia revelou, ainda, que a estrutura usada no veículo adulterado era de cor branca.

Backstage
O nome da operação, Backstage, em inglês, significa “nos bastidores”, numa alusão ao momento em que artistas trocam de roupas e se maquiam, tal qual o esquema criminoso desvendado pela Polícia Civil.

O Sindpol/MG agradece a ação dos policiais civis lotados em Araxá, Perdizes, Nova Ponte e Uberlândia. As investigações seguem em andamento, e o inquérito policial deve ser concluído e remetido à Justiça nos próximos dias.

Fonte: ASCOM-PCMG, com modificações

Confira o bate-papo completo do tema Segurança Pública entre o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”, o diretor executivo administrativo do Sindpol/MG, Antônio Marcos Pereira “Toninho Pipoco” e o assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, no “Podcast do Delega” junto ao prefeito de Santa Luzia, delegado Christiano Xavier.

 

Atenção, policiais civis! O Sindpol/MG convidou todas as entidades de classe da segurança pública para uma reunião nesta sexta-feira, 26/11, onde apresentará como pauta a paralisação geral das forças de segurança pública. Não podemos mais aceitar o descaso e falta de respeito do governador Romeu Zema com os policiais, que através de muito sacrifício, colocou Minas Gerais no patamar de Estado mais seguro.

Fiquem todos mobilizados, pois assim que houver a definição, a categoria será informada.

Na tarde desta segunda-feira (22), foi aprovada pela comissão especial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 71/2021 que retira o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) da gestão da Polícia Civil.

A PEC 71/2021 prevê a transferência dos cargos de auxiliar técnico, assistente e analistas da polícia civil para a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e, agora, o projeto deve ser enviado ao Plenário para votação.

Caso aprovado, os policiais civis não ficam mais responsáveis pelo registro e licenciamento de veículos, habilitação dos motoristas ou qualquer outra atividade relacionada ao trânsito.

Para o assessor do Sindpol/MG, Wemerson Oliveira, a maioria da categoria considerou válida a retirada do Detran do “guarda-chuva” da entidade, mas cobra contrapartidas do governo para que sejam feitos investimentos na segurança pública.

“Há muito tempo o governador Romeu Zema demonstrou a intenção de privatizar o serviço do Detran. E já houve uma assembleia geral em 2011, aqui no Sindpol/MG, em que a maioria dos membros foi a favor da saída do órgão da base da Polícia Civil. Porém, desde que houvesse investimentos na PC, com a destinação de parte do que se arrecada no órgão para investimentos em infraestrutura da polícia. Mas isso não é discutido, a intenção do governador é só privatizar”, avalia Oliveira.

Ele diz ainda que uma das cobranças da categoria é para que os prédios do Detran permaneçam como estrutura da Polícia Civil, uma vez que várias delegacias especializadas e de plantão funcionam junto com o serviço voltado para a área de trânsito.

Fonte: Jornal O Tempo, com modificações.

Nesta terça-feira (16/11), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a segunda etapa da operação Dólos, resultado de investigações que apuraram um esquema de facilitação para a aquisição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Três Corações, Sul de Minas. Na ocasião, foram cumpridos mandados de prisão preventiva expedidos contra três pessoas da mesma família, entre proprietários e instrutores de uma autoescola da cidade. Na primeira fase da operação, dez pessoas foram presas.

De acordo com a Polícia Civil em Lavras, os suspeitos irão responder pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos no sistema público e corrupção passiva. Além das prisões, foram decretadas medidas cautelares prevendo a proibição do exercício de atividades relacionadas com procedimentos para obtenção de CNH ou mesmo o comparecimento dos investigados em locais de exames práticos e teóricos.

Esquema criminoso

Conforme apurado pela PCMG, o esquema teria atraído candidatos de diversas localidades do Sul do estado, os quais utilizavam endereços falsos para a transferência do prontuário para Três Corações. Investigações ainda apontam a liberação indiscriminada de candidatos das aulas presenciais, sem utilização de biometria, além de pagamento de valores a terceiros com a promessa de facilitação para a obtenção da CNH.

O Sindpol/MG contempla as ações policiais coordenadas pelo 6º Departamento de Polícia Civil em Lavras, o Núcleo Correcional da PCMG e a Delegacia Regional de Polícia Civil em Três Corações pelo sucedido trabalho que demonstra a competência da instituição.

Fonte: ASCOM-PCMG, com modificações

Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou, nesta terça-feira (11), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar 12/2021, que trata do reajuste salarial dos servidores da Segurança Pública.

Leia a matéria do Portal SC Hoje

O governador Romeu Zema deveria seguir o exemplo do governo de Santa Catarina, que enviou um Projeto de Lei Complementar para a Assembleia Legislativa, com o reajuste salarial das Forças de Segurança Pública do Estado, onde o mesmo foi aprovado no dia 16/11. Mas aqui, Romeu Zema faz o contrário. Nem as perdas inflacionárias ele quer pagar e ainda mente, condicionando as perdas inflacionárias, que não é reajuste salarial, à aprovação do Regime de Recuperação Fiscal.

“Os servidores da Segurança Pública de Minas Gerais estão há anos sem receber reajuste salarial. A Polícia Civil de Minas Gerais está em 24º no ranking salarial do Brasil, ou seja, o 4º pior salário entre as polícias civis”, disse José Maria de Paula “Cachimbinho”, presidente do Sindpol/MG.

“Quando percorremos as delegacias da capital e interior, constatamos um sucateamento das mesmas, conforme o Sindpol/MG já denunciou diversas vezes. Então, fica a pergunta, o governador Zema já visitou as delegacias do Estado? Ele já sentou com as entidades de classe da Segurança Pública para entender as necessidades dos policiais? A resposta para as duas perguntas é NÃO”, afirmou Wemerson Oliveira, assessor do Sindpol/MG.

Com essa atitude, o governador Romeu Zema prejudica não só os policiais, como toda a sociedade. Temos sucateamento da estrutura física da instituição, abandono do material humano, ou seja, dos policiais, que estão com os salários defasados, como dito acima, o 4º pior salário entre as policiais do Brasil. Além da falta de efetivo, o mesmo, para o cargo de investigador de polícia, abriu concurso para apenas 30 vagas, sendo que o déficit ultrapassa os 50%. Isso demonstra que o governador Zema não está preocupado com a Segurança Pública de Minas Gerais.

Mais uma vez o Governo de Minas está mentindo quando condiciona a recomposição das perdas inflacionárias a aprovação do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

O secretário geral de estado, Mateus Simões, condicionou a recomposição das perdas inflacionárias a aprovação do RRF, na ALMG. Ele disse isso em entrevista ao jornal O Tempo, publicada hoje (18) e no dia 5/11/21, durante a Audiência Pública, na ALMG, que discutia o assunto. Leia a matéria do jornal O Tempo.

Na Audiência Pública Mateus Simões declarou que se fosse aprovado o Regime de Recuperação Fiscal pela Assembleia Legislativa, o governo enviaria Projeto de Revisão Geral Anual, que hoje não chega a 8%.

Não podemos esquecer que o Judiciário, Ministério Público e a Assembleia Legislativa, já tiveram as suas recomposições salariais em suas respectivas datas bases.

Um outro ponto, que muitos não sabem, é que, com as reformas federal e estadual, os policiais civis estão pagando 16% de previdência social, 3,2% de plano de saúde (Ipsemg) e mais 27% de imposto de renda. Quase 50% de seus salários retornam para o Estado. A recomposição das perdas inflacionárias é necessária, da forma como o governo está condicionando prejudica todo o funcionalismo público. Dinheiro em caixa o governo tem, devido ao aumento de arrecadação registrado em 2021.

O presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”, e demais entidades de classe da segurança pública, estão intensificando as ações na luta pelos direitos dos policiais civis.

“Mantenham-se mobilizados para convocação geral a qualquer momento. Faça parte dessa luta você também e vamos juntos lutar pelos nossos direitos!” disse sr. José Maria.

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Se você ainda não é filiado, FILIE-SE!

Lamentamos o falecimento do inspetor de polícia, aposentado, Waldir Teixeira.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

 Nossos sentimentos.

Lamentamos o falecimento do delegado aposentado Ricardo Minelli Neto, que atuou como Chefe do Departamento de Transportes da Policia Civil de Minas Gerais.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

 Nossos sentimentos.

Prezados filiados,

O Sindpol/MG informa que não haverá expediente no dia 15/11 (segunda-feira) devido ao feriado da Proclamação da República. Retornaremos às nossas atividades no dia 16/11 (terça-feira).

A diretoria do Sindpol/MG, representada pelo presidente Sr. José Maria de Paula “Cachimbinho” e os assessores Wemerson Oliveira e Aline Risi, visitaram na manhã desta quinta-feira (11) às delegacias e departamentos da Polícia Civil de Minas Gerais, na capital mineira, para distribuição de materiais de divulgação do Movimento das forças de Segurança de Minas Gerais pela recomposição salarial.

Foram visitados: o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Delegacia de Polícia Civil Noroeste e a 6ª Delegacia Regional de Polícia Civil Noroeste (Deplan 4).

Na ocasião, foram entregues panfletos e adesivos para carros, além da divulgação e esclarecimentos sobre o movimento unificado das entidades de classe da segurança pública que reivindica o pagamento das perdas inflacionárias que foi prometido pelo governador, Romeu Zema, e protocolado em PL, vetado posteriormente por ele mesmo, mantendo a dívida das duas parcelas, de 12% que seria quitada em setembro de 2021 e 12% que seria quitada em setembro de 2022, da recomposição salarial.

“Não vamos parar enquanto o governador não cumprir com a sua palavra. Precisamos do apoio da categoria nas nossas ações para pressionar o governador e garantir nossos direitos.”, informa o presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho”.

Lamentamos o falecimento do Delegado-Geral, aposentado, Alexandre Carrão Mesquita Machado, filho do também Delegado-Geral, aposentado, Raul Mesquita Machado e parente de outros seis policiais civis e uma servidora administrativa da PCMG.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, no último domingo (7/11), na cidade de Muriaé, na Zona da Mata mineira, a operação “Fiquinho” que resultou na prisão de um homem de 38 anos, suspeito de ter cometido latrocínio – roubo seguido de morte – em desfavor de um rapaz de 29 anos, morador de uma comunidade quilombola do município de Divino, onde o crime foi praticado no dia 22 de outubro de 2017. Na ocasião, três indivíduos mataram a vítima, durante abordagem realizada na rodovia MG-265, ao roubar sua motocicleta.

Investigações apontaram que o investigado preso na ação e outros dois suspeitos – entre eles, um indivíduo que já se encontra preso e o outro que já faleceu – teriam desferido disparos de arma de fogo contra o rapaz, sem que a vítima tivesse oferecido qualquer resistência, uma vez que sua motocicleta possuía seguro. Na época dos fatos, eles saíram do local onde ocorreu a prática criminosa com a moto, no entanto, em seguida, receosos da repercussão do caso, resolveram abandonar o veículo em um local ermo, próximo à estrada que dá acesso ao Córrego São João do Norte.

Após minucioso trabalho investigativo, inclusive com cruzamento de dados, a Polícia Civil concluiu as investigações com substancial conjunto de informações que subsidiaram o indiciamento do homem de 38 anos. A autoridade policial representou junto ao Poder Judiciário pela prisão preventiva do suspeito, pedido deferido pelo juízo criminal da comarca, após parecer favorável do Ministério Público.

O mandado foi cumprido pela PCMG e o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.

O Sindpol/MG parabeniza a ação dos investigadores da Delegacia Polícia Civil em Divino pela sucedida atuação na operação que recebeu esse nome em homenagem à vítima, que era conhecida como “Fiquinho”.

Fonte: ASCOM-PCMG, com modificações

Estamos trabalhando em unidades policiais caindo aos pedaços, insalubres, faltando computadores, impressoras, viaturas e até água potável, com um déficit de quase 50% dos policiais;

Estamos sem recomposição salarial desde 2015, com perdas inflacionárias na casa dos 46%, devido ao veto do acordo firmado pelo próprio governador;

Com as reformas federal e estadual, estamos pagando 16% de previdência social, 3,2% de plano de saúde (Ipsemg) e mais 27% de imposto de renda. Quase 50% dos nossos salários retornam para o do Estado;

A Polícia Civil de Minas Gerais está em 24º no ranking salarial do Brasil, ou seja, o 4º pior salário entre as polícias civis;

No dia 05/11/21, em audiência pública na comissão de segurança pública da ALMG, o secretário de governo, Mateus Simões, declarou que se fosse aprovado o Regime de Recuperação Fiscal pela Assembleia Legislativa, o governo enviaria Projeto de Revisão Geral Anual, que hoje não chega a 8%.

Não podemos deixar de falar do Judiciário, Ministério Público e Assembleia Legislativa, que já tiveram suas recomposições salariais em suas respectivas datas bases, sem precisar digladiar com o governo Zema. Por que será?

Infelizmente, nós, policiais civis, e os demais integrantes das forças de segurança pública do estado de Minas não temos outra alternativa a não ser radicalizar em razão do descaso, falta de reconhecimento e respeito do governador de plantão.

O Sindpol/MG e as demais entidades de classe da segurança pública estão intensificando as ações na luta pelos nossos direitos. Mantenham-se mobilizados para convocação geral a qualquer momento.

Faça parte dessa luta você também e vamos juntos lutar pelos nossos direitos!

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