Operação Ponto Sem Nó investiga grupo econômico do setor da moda

24 de junho de 2021

Na manhã desta terça-feira (22/6), foi deflagrada a operação Ponto Sem Nó, que tem como alvos empresários, diretores e funcionários do ramo da moda feminina conhecida nacionalmente e também fora do país, todos sediados na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além de crimes tributários, os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

A operação é resultado de uma força-tarefa constituída pela Polícia Civil de Minas Gerais, Ministério Público, por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), e Receita Estadual. Ao todo, 18 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Belo Horizonte e Nova Lima. Documentos, computadores e celulares foram apreendidos, visando colher elementos para continuidade das investigações.

Conforme o apurado, os investigados seriam responsáveis por executar um esquema estruturado e contínuo de sonegação de ICMS na comercialização de roupas e acessórios de luxo, causando prejuízo milionário aos cofres públicos. As fraudes investigadas consistiram na venda de mercadorias sem a emissão de nota fiscal ou colocando nos documentos valores bem abaixo daqueles realmente pagos pelos clientes (subfaturamento).

Além disso, o grupo econômico propositadamente organizou-se de modo fragmentado em pequenas empresas, algumas em nome de “laranjas”, com o objetivo de enquadramento simulado no SIMPLES nacional. Dessa forma, os investigados se beneficiariam da diminuição ilícita de tributos devidos.

O Sindpol/MG parabeniza o serviço dos 61 policiais civis investigadores que atuaram na operação Ponto Sem Nó junto aos promotores de Justiça, servidores do Ministério Público e da Receita Estadual. É a polícia civil de Minas Gerais mostrando, mais uma vez, o seu trabalho essencial para sociedade mineira.

Fonte: ASCOM-PCMG, com modificações

O presidente do Sindpol/MG, José Maria de Paula “Cachimbinho” recebeu, nesta segunda-feira (21), as entidades de classe da polícia civil de Minas Gerais que estão engajadas às campanhas nacionais “Basta” e “PEC32Fede” para organizarem a distribuição de materiais nas principais delegacias da região metropolitana de Belo Horizonte em ato de convocação a Carreata em Manifesto Contra a PEC 32 no dia 23/06 que partirá às 10h do Mineirão até a Praça Sete. As visitas às delegacias ocorreram durante esta tarde e está previsto para continuar amanhã.

A concentração reuniu representantes das entidades Feipol Sudeste, Sindepominas, Aespol/MG, SINDEP/MG, ADEPOL/MG e SINDPPEN/MG que estão mobilizados em defesa dos direitos dos servidores públicos, em especial aos policiais civis, que estão sendo ameaçados diante essa Proposta de Emenda Constitucional 32/2020 (Reforma Administrativa).

O movimento também reivindica, aqui em Minas Gerais, as recomposições das perdas inflacionárias, o pagamento das férias-prêmio dos aposentados, as promoções, progressões e a cobrança de concurso público da polícia civil, ainda não anunciado pelo Governo de Minas.

No dia 23 de junho, próxima quarta-feira, a concentração dos carros será a partir das 9h na Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 — São José (Mineirão). É importante que cada veículo seja ocupado por até 3 pessoas. A carreata sairá às 10h do Mineirão em direção ao Obelisco da Praça Sete de Setembro.

Neste mesmo dia, haverá uma mobilização nacional de todos os setores do serviço público, pela campanha “Basta”, contra essa PEC 32. Os policiais civis, em protesto, deverão suspender seus atendimentos públicos, em suas unidades, das 08h às 20h.

É importante a participação de todos os policiais civis para o fortalecimento da nossa luta!

Lamentamos o falecimento do policial civil, investigador de polícia aposentado e filiado Fernando César Barbosa. Ele dedicou sua vida atuando em defesa da sociedade mineira.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

Prezados filiados,

Informamos que o atendimento presencial do Sindpol/MG está suspenso, por tempo indeterminado, devido aos casos de surtos da Covid-19.

Os atendimentos serão exclusivamente via e-mail e telefone (31) 2138-9898 ou pelos contatos abaixo:

José Maria de Paula “Cachimbinho” – presidente
(31) 98871-6651
[email protected]

Tiago Rezende – gerente geral
(31) 98718-2681
[email protected]

Veridiane Marcondes – assistente de comunicação
(31) 98719-8735
[email protected]

Lilian Mara – gerente de marketing
(31) 98652-4579
[email protected]

Departamento Jurídico
[email protected]

Pedimos a colaboração e compreensão de nossos filiados.

Juntos venceremos essa pandemia.

Lamentamos o falecimento do policial civil, investigador de polícia aposentado, Carlos de Oliveira, por causas naturais. Ele dedicou sua vida atuando em defesa da sociedade mineira.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

Lamentamos o falecimento do inspetor da Polícia Civil, Ezio Henrique Ribeiro “Mangão”, filiado do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais, que atuou nos municípios de Ipatinga e Passos, sendo este, mais uma vítima da Covid-19.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

A operação Cavalo de Aço, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em repressão à extração ilegal de minério, resultou na prisão em flagrante de 20 pessoas, bem como na apreensão de 15 caminhões, quatro pás carregadeiras, uma escavadeira, uma peneira tipo esteira de mineração e outros maquinários pesados utilizados na atividade. A ação policial ocorreu na última quarta-feira (9/6), em Divinópolis, Centro-Oeste do estado, Mateus Leme, na Região Metropolitana, e Ijaci, no Sul de Minas.

Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Bancos, pertencente ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), apuraram que a extração ilegal ocorria diuturnamente e que os envolvidos se desviavam de barreiras policiais.

As investigações apontam para várias empresas que atuavam no esquema sob fachada de atividades lícitas. As organizações criminosas seriam voltadas à extração ilegal de minerais, usurpação de bens da união, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ocultação de bens e valores destinados ao enriquecimento ilícito.

As diligências continuam no intuito de pormenorizar e individualizar as participações de cada envolvido, bem como identificar e qualificar outros, pessoa física ou jurídica, integrantes da organização criminosa.

Pelos levantamentos policiais, foram extraídas e beneficiadas ilegalmente cerca de 750 toneladas de minerais por dia. O Sindpol/MG admira e ressalta o importante trabalho dos investigadores e demais policiais civis que analisaram o intenso fluxo de caminhões durante o monitoramento e botaram um fim na causa deste enorme prejuízo ambiental e financeiro por ocasião da sonegação fiscal.

Na manhã desta terça-feira (15/06), o assessor do Sindpol/MG e diretor da Feipol Sudeste, Wemerson Oliveira e a assessora do Sindpol/MG e diretora da Cobrapol, Aline Risi, acompanhados de policiais civis da região, junto ao presidente da Cobrapol, André Gutierrez, se reuniram com o Secretário Municipal de Saúde de Sete Lagoas/MG, Dr. Flávio Pimenta Silveira, em demanda às vacinas contra a Covid-19 aos servidores policiais civis que atuam na região, pois se encontra lenta e com interrupções.

Os representantes do Sindpol/MG entregaram o ofício, assinado pelas entidades, com esta cobrança, para que não haja interrupção e nem demora na imunização dos policiais civis. (Veja: Ofício Secretário Municipal de Sete Lagoas)

O secretário afirmou, durante a reunião, que houve uma remessa maior para a cidade de Sete Lagoas e prevê vacinação, ainda nesta semana, a todos os policiais civis do município e, avisa que, aqueles remanescentes que tiveram Covid-19 também poderão vacinar no grupo prioritário, assim que se restabelecerem. Com relação à segunda dose, o secretário informou que continuará regular.

Lamentamos o falecimento do investigador de polícia aposentado, Erus dos Santos Patrocínio, que atuou em Belo Horizonte.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

Estão abertas as inscrições aos interessados em participar dos acordos diretos em precatórios devidos pelo Estado de Minas Gerais, Administração Direta e Indireta. Para participar é necessário que o precatório tenha o ano vencimento até 2021, e os deságios propostos devem estar entre 25,0% à 40,0%. Os interessados devem ligar para o Sindpol, de segunda a sexta-feira, no HORÁRIO DE 10:00 ÀS 16:00.

Lamentamos o falecimento do policial civil e médico legista Eduardo Sacramento, ex-chefe da Perícia Médica e serviu à Polícia Civil de Minas Gerais por mais de 40 anos. Infelizmente, mais uma vítima da Covid-19.

O Sindpol/MG oferece todas as nossas condolências e nosso apoio aos familiares e companheiros e desejamos força para superar esse momento tão delicado e tão difícil.

Nossos sentimentos.

Nesta segunda-feira (7/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), durante operação realizada no bairro das Indústrias, na capital, prendeu um homem, de 28 anos, natural de Ponte Nova, suspeito de envolvimento no tráfico de drogas. A ação ocorreu após policiais do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc) serem informados sobre a entrega de um veículo abastecido com entorpecentes no local.

No curso dos trabalhos, foram apreendidas 43 barras de maconha, seis de haxixe e uma arma de fogo calibre 9 mm. O material estava escondido no fundo falso de um veículo, próximo ao motor, estacionado na garagem da casa do investigado. O carro, que também foi apreendido pelos policiais, tinha o emplacamento de Foz do Iguaçu, um possível indício da atuação interestadual de organização criminosa.

O suspeito assumiu ter recebido o veículo para repassar a outra pessoa, a qual ele não conhecia. Ele ainda ficaria responsável pelo conserto do carro, que chegou através de reboque até a casa dele.

Parabéns aos policiais civis da equipe do Denarc que continuam coordenando as investigações no intuito de desarticular a quadrilha envolvida no crime. O Sindpol/MG se orgulha de representar uma categoria tão competente e essencial.

Fonte: ASCOM-PCMG, com modificações

O presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol/MG), José Maria de Paula “Cachimbinho”, convocou nesta terça-feira (01/06), representantes das entidades de classe da Polícia Civil de Minas Gerais para organizarem estratégias de cobranças, a serem levadas à Chefia da PCMG, sobre as principais pautas que ameaçam os direitos dos policiais civis do Estado. Dentre as reivindicações, foram abordados a férias-prêmio, reposição salarial e, principalmente, a Reforma Administrativa (PEC 32) que ameaça os direitos adquiridos pela categoria.

Dentre as entidades presentes estiveram a presidente do Sindepominas, Dra. Camili, junto do advogado Dr. Humberto, também representando a entidade, o presidente da Sindep/MG, Bruno Viegas, a presidente do AESPOL/MG, Aline Risi, o diretor da Feipol Sudeste, Wemerson Oliveira, Célio Barbosa Rodrigues representando a ASPCEMG, o vice-presidente do Sindpol/MG, Marcelo Armstrong e os diretores do Sindpol/MG, Claudio de Souza Pereira, Mário Antônio dos Santos, Geraldo Chaves Júnior e o assessor Marcelo Bambirra.

Sobre a PEC 32, o presidente enfatiza que é necessário que a categoria esteja mobilizada, neste momento, com maior ênfase a esta questão, pois é de extrema urgência que esse projeto de lei não prossiga. “Essa PEC 32 quer acabar com nossos direitos, é uma ameaça a categoria e estamos engajados às campanhas nacionais de repúdio a esta reforma administrativa e pedimos a participação de todos os servidores públicos. Estamos fadados a perder muitas conquistas adquiridas em anos de lutas sindicais”, disse o Sr. José Maria.

Outra questão muito importante é a contestação de despesas da Polícia Civil e a cobrança das férias-prêmio aos policiais civis aposentados que está mais que atrasado. “Quando falamos em férias-prêmio, há quem acredite ser uma regalia da classe, mas, na verdade, é um direito trabalhista do servidor, é um desmonte total. Existe um cronograma de pagamentos, mas não temos acesso. Precisamos pressionar o Governo para que coloque as dívidas à segurança pública em dia”, comentou o diretor da Feipol Sudeste Wemerson Oliveira.

O baixo efetivo, a falta de concursos públicos da PCMG e as complicações do plantão digital foi outro assunto muito comentado. Para o presidente do Sindep/MG, Bruno Viegas, a sobrecarga dos policiais na adaptação do plantão digital e o descaso do Governo, é um grande causador do aumento do número de suicídios na categoria. “Não temos um amparo psicológico fornecido pelo governo, além do descaso e da pressão no trabalho”, relatou Bruno Viegas.

A recomposição salarial é um grave problema que atinge todas as categorias da segurança pública. O Sindpol/MG está unido com entidades e parlamentares da área de segurança pública na reivindicação do reajuste salarial.

“Estamos juntos na campanha ‘Basta’ dos servidores públicos contra a reforma administrativa, em apoio à Emenda do deputado Léo Moraes, que resguarda os policiais civis diante da PEC 32, e na campanha nacional lançada pela Cobrapol ‘#PEC32Fede’ e é muito importante a união das entidades na elaboração de campanhas estratégicas”, ressaltou a presidente do AESPOL/MG, Aline Risi.

Diante de todos os assuntos pautados, foi elaborado um requerimento que será enviado ao Governador do Estado e à Chefia de Polícia com um prazo de 10 dias para a resposta. Acompanhe nossas redes sociais para atualizações da campanha.

Na última sexta-feira, 28/05, o desembargador Oliveira Firmo suspendeu o cumprimento de sentença no valor de R$ 355.549,75 promovido pelo Ministério Público (MP) contra um de nossos filiados em Ação de Improbidade Administrativa.

O Desembargador acatou o pedido formulado em sede de Agravo de Instrumento para suspender a execução, pois acatou nossa argumentação de excesso nos cálculos apresentados pelo MP. Segundo a decisão:

“(…) o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao recurso demanda análise à luz dos requisitos do art. 995, par. único, do CPC, quais sejam, o risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação consequente imediato da decisão recorrida, e a demonstração de probabilidade de provimento do recurso. No que tange à multa civil, tanto a correção monetária quanto os juros de mora somente serão devidos a partir do acórdão condenatório, tomando-se por base o valor da última remuneração percebida pela servidora quando ainda na ativa. Assim, a correção monetária deve computar-se da publicação do acórdão e os juros de mora a partir de seu trânsito em julgado, também com base nos critérios supramencionados. POSTO ISSO, DEFIRO O EFEITO SUSPENSIVO pleiteado, para obstar, por ora, o andamento do cumprimento de sentença”.

A vitória alcançada pela equipe jurídica do Sindpol/MG impede que o filiado sofra a indisponibilidade imediata de seus bens, assim como o beneficia em aproximadamente R$209.162,32, valor estimado do abatimento nos cálculos apresentados pelo Ministério Público.

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